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Monthly Archives: July 2012

Depois da China (em plena Chinatown), Itália!

Melhor, Little Italy. Restaurantes  italianos, que não envergonham a fama internacional da terra mãe.

Em Little Italy é facil de encontrar “a piece of Italy in the heart of the city“. Zona gira, de dia ou de noite, com música ao vivo e movida contagiante, e com uma “Orbit Room” com belissimas Margaritas…

Zona tão Italiana, que até o Francis Ford Coppola quis lá ter o seu Café ZoeTrope.

Paragem obrigatória no Z. Ciccolatto (supostamente “the sweetest spot in north beach“).

Um pouco mais à frente, ainda em North Beach, depois de muito andar, deparo-me com o Washington Park, que num dia solarengo, tem este aspecto!

[Claro que não pude resistir a ficar uma meia hora de papo para o ar, deitadinha na relva, a saborear o sol…]

Mesmo ao lado do Washington Park,  existe a  Saints Peter and Paul Church, uma igreja Católica lindíssima, que poderia perfeitamente ser mais uma em Roma.

A Coit Tower estava logo ali atrás. Quer dizer, mais ou menos. Up the hill, depois de muito subir, lá estava ela, com vista privilegiada para a Golden Gate Bridge, e com as paredes ornamentadas por frescos de 27 artistas diferentes, entre eles o Diego Rivera (ou, só para provocar, o marido da Frida Kahlo).

Desci em Direcção a Ghirardelli Square, porque já precisava da proximidade do Mar.

Uma verdadeira azáfama, filas de gente para subir nos funiculares, galerias de arte (Franklin Bowles galleries, Keane Eyes, Vitrovsky Fine arts…), restaurantes, marisqueiras, lojas de souvenirs, museus marítimos, bares e ainda mais restaurantes ao longo da (turística) Fisherman’s Wharf, onde a estrela é o Pier 39.

Num gesto afoito, saltei para o ferry que levava a Alcatraz (não foi bem assim, mas gosto de me fingir aventureira).

O “Rochedo” (“The Rock”), como é chamada a Ilha, continua ali, com ar ameaçador, ainda que hoje seja apenas mais um lugar para “turista ver”.

E aquilo que para mim era quase uma obrigação turística (ai e tal, porque fica mal ir a São Francisco e não ir até Alcatraz) revelou-se como um dos momentos altos da viagem. Durante a visita, composta pela fórmula de sucesso: do it yourself + phones, é explicado ao pormenor (sem cansar) o que era o dia a dia em Alcatraz, para os presos e para os guardas prisionais, desde o ambiente no refeitório (literalmente de “cortar à faca”), ao aspecto das celas (entrei numa solitária e juro que havia um espírito lá dentro), as tentativas e as fugas  efectivas (nunca se chegou a saber se os fugitivos sobreviveram, porque o mar, além de gelado, tem – supostamente – imensos tubarões), o perfil clínico dos prisioneiros (o Al Capone era mesmo doido varrido!)…

Tive imensa pena de todos, guardas e prisioneiros, porque, que nem Oásis inatingível, vê-se ao fundo a lindissima Baía de São Francisco.

To be continued.

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