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Monthly Archives: January 2014

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Precisei de muito pouco para estar de facto bem, tranquila, alinhada com o cosmos…óculos de sol, máquina fotográfica (sempre), protector solar e o António Lobo Antunes…

IMG_1608Eu dizia ontem que nesses apelidados destinos paradisíacos o Resort é de facto essencial, porque grande parte das férias são passadas em mergulhos no Oceano Índico e massagens exóticas de experts na matéria (das melhores que já fiz!).

No caso das Maurícias, para além do Resort em si, convém seleccionar a costa da Ilha que mais sirva os objectivos do feliz veraneante.

No caso, viajávamos em grupo, com pessoas de diferentes faixas etárias (de 1 ano de idade a 50 e qualquer coisa), por isso o hotel escolhido teria de ter capacidade para agradar a todos. Para além de também serem relevantes as questões climáticas (vento, condições para a prática de desportos náuticos…).

Depois de analisarmos um top 5 bem renhido (quem estiver interessado em saber qual, envie-me um email), o Lux Le Morne parecia agrupar as características mais aliciantes.

Nadar com golfinhos, pesca, snorkelling, mergulho, windsurf e kitesurf, you name it…e claro, o bom e velho levantamento de côco na espreguiçadeira…cenários perfeitos para viagens em grupo ou casalinhos em Lua de Mel, tudo proporcionado por um staff do mais prestável e simpático que existe. Fizeram inclusive com que a passagem de um ciclone ao largo fosse uma experiência interessante. Só lá estando.

Mas obviamente que vale a pena sair do dolce fare niente para explorar a Ilha do açúcar e do chá, que é linda, verde e encerra uma diversidade cultural fascinante (estampada nos rostos e tons de pele da população), proporcionada pelos povos que por lá passaram desde a descoberta da Ilha pelos portugueses (há uma forte incidência da cultura francesa, entre outras), e pelos “vizinhos” que decidiram, há várias  gerações, instalar-se na Ilha, com os seus ritos e hábitos (tal como os Indianos).

…por isso, passa-se do Coq au vin à adoração de templos Indianos com a mesma leveza de quem vai só ali à esquina e já volta.

E eu quero voltar.

IMG_7157Porque afinal, os caminhos para a tranquilidade são percorridos de pés descalços.

Sempre.

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Paradise...

Paradise…

Há algo de inquietante em chegar a algum lugar novo, totalmente desconhecido, durante a noite…

Depois de tantos meses de espera (estávamos qual condenados a traçar os dias na agenda), e de finalmente chegarmos ao dream spot…e nada de Oceano Índico, palmeiras e areia branca?

Que paraíso é esse que nos recebe de noite, não se mostra, não faz logo aquela prometida massagem aos pézinhos?

É uma ilha de contrastes…e mesmo de noite isso é visível porque do aeroporto a Le Morne, onde ficamos hospedados, a outra face do paraíso se mostrou.

E por ser uma ilha de contrastes, e também o local ideal para o que eu chamo de férias preguiçosas, o local escolhido para ficar importa…e muito. É onde se vai passar a maior parte do tempo, por isso dedicámos muito tempo e pesquisa à escolha do Hotel, porque preguiçar é uma coisa séria e tem mesmo de ser bem feita.

Acabámos por ficar no Hotel Lux Le Morne , na zona sudoeste da Ilha, e a escolha não poderia ter sido melhor.

Quando acordámos tínhamos a vista lá de cima, e mais isto…(tipo, a 30 segundos do quarto)

IMG_7158E ainda isto….

IMG_7063Já me esquecia disto…

IMG_1458E até isto era divinal, sereno…e prometia sempre coisas boas para o dia seguinte. Posso voltar para lá?

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Bom dia, Alegria...

Bom dia, Alegria…

A viagem de fim de ano é já uma tradição familiar.

Percebemos que é a altura do ano em que toda a família mais um monte de amigos consegue tirar férias, por isso a partir de Janeiro o grupo todo começa a sonhar com o próximo destino, escolhido a dedo e com alguma pancadaria pelo meio (estou a brincar…quer dizer, mais ou menos).

Então as Ilhas Maurícias foram as escolhidas, sem escoriações de grande vulto. Tive sentimentos neutros quanto à escolha (que não foi claramente minha), porque apesar de ter noção da beleza paradisíaca da Ilha, eu normalmente não sei muito bem o que fazer com o dolce fare niente durante uma semana inteira.

No rescaldo de um 2013 tão cheio de tanto tudo…trabalho, viagens, emoções, alterações de personalidade que, como diria um amigo meu, fizeram com que “o meu nome do meio quase passasse a Carrossel” … e  de um mês de Dezembro tão trabalhoso como “Natalício” (leia-se festeiro!), vi-me repentinamente a agradecer a escolha…

Porque já estava em modo One Republic, qual náufrago agarrado à salvação de um refrão:

“Everything that kills me makes me feel alive”

“Everything that drowns me makes me wanna fly”

E isto porque eu, sempre tão activa, acelerada, cheia de energia e outras coisas simpáticas que me vão atribuindo, tive de me deparar com a dura realidade, tão penosamente admitida, só confessada a alguns, aqueles mesmo muito chegados…a verdade é que eu estava cansada.

E o que estava à nossa espera era simplesmente…encantador.

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Porque uma imagem vale mais do que mil palavras, cá está o teaser do 1.º vídeo The Alexe Affair que está quase, quase a ser publicado.

Espero que gostem!

E boas viagens…

assinatura-coracaoRealizado pelo fantástico Bernardo Gramaxo da The Lunch Box Creations

The Alexe Affair @beach

Poema a 2014

Desejo (só) um ano Feliz.
A mim e a todos.
Que nos comportemos como se a felicidade fosse algo muito fácil de alcançar, como se estivesse mesmo ali ao lado. Porque se calhar até está…
Que a minha felicidade seja contagiante, e caso a tristeza surja, aquela que não planeio sentir, que não contagie ninguém.
Desejo que os meus amigos meus amigos sejam, e que não nos faltem gargalhadas, nem um ombro amigo se tivermos de chorar.

Que os problemas se tornem desafios, sempre superados.
Que a família continue igual, só um pouco mais crescida, e que eu consiga usar tudo aquilo que já possuo.
Desejo, pois, tudo o que já tenho, mais a consciência de o ter e por isso ser Feliz.

Que nos tornemos mais gentis, mais pacientes e mais seguros de que chegaremos nesse “lá” tão pessoal, intransmissível e caro a Cada um.

E se houver algo ou alguém que, por acaso do destino, forças kármicas ou outro credo se queira juntar ao que já cá está, que seja útil, ou bonito ou, se for possível, me faça (ainda) mais Feliz.

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P.S. A primeira música de 2014 a ser tocada. Bons presságios.

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