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Monthly Archives: January 2015

 

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A zona velha de Nice, com imensas lojinhas, restaurantes e bares, é um dos locais a não perder.

A primeira noite foi brindada com um manjar dos Deuses numa típica brasserie francesa. Estávamos de férias, descontraídos e os vinhos da Provença faziam as nossas delícias.

O dia seguinte seria passado no Principado do Mónaco.

A estrada que serpenteia o mar leva até ao Mónaco e revela um universo de esplendor.

Um dos países mais pequenos do Mundo, e talvez um dos que mais respire luxo e graça nos seus escassos metros quadrados. Cidade com dois níveis, em formato de presépio à beira-mar, com iates e carros topo de gama por todo o lado, é notório o apreço dos Monegascos pela família real, em especial a tão adorada Grace Kelly, responsável por ter atraído toda a aura de glamour que o Mónaco hoje ostenta.

E de facto Monte Carlo, usualmente tão elegantemente serena, tem uma dinâmica completamente diferente em época de Fórmula 1…o quádruplo das pessoas, ruas a abarrotar, estradas fechadas (porque tornadas pistas de corrida), música por todo o lado, festas nos barcos que se transformam em clubes, calções e vestidos de gala lado a lado, animação ao rubro.

Apetece ficar a dançar, e o Amber Lounge, um clube exclusivo para a F1, é garantidamente um dos espaços must go.

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E quando se chega a Cannes?

A cidade cuja fama a precede, e que faz parte do imaginário de todos nós, tantas são as estrelas que atravessam os seus tapetes vermelhos.

Há uma vibração que emana da Boulevard de la Croisette, que liga a cidade à praia, talvez por ser logo ali que se situa o local onde anualmente é realizado o aclamado Festival Internacional de Cinema de Cannes, considerado o mais prestigiado festival de cinema do Mundo, que teve início nos anos 30.

Chegámos cerca de uma semana depois do Festival, e encontrámos a cidade tranquila, em estado dormente pós turbilhão cinematográfico.

O Hotel Martinez, talvez o hotel com a fachada mais bonita que já terei visto, palco dos amores de Grace & Rainier, é um dos pontos de paragem obrigatória.

O Grand Hotel Cannes é recomendável para quem deseje um jantar gourmet, e o lounge bar Bâoli e o VIP Room têm animação garantida para os que queiram continuar pela noite fora.

Texto publicado na “Porta de Embarque” da Revista Rotas & Sabores // Outubro 2014

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Luxo. Glamour. Mar Azul.
Seriam as palavras escolhidas, sem esforço algum, se me fosse pedido para descrever em três palavras esta zona de férias por excelência.
Ao olharmos para aquela baía beijada pelo Mar Mediterrâneo pela primeira vez, percebemos logo que aquele primeiro olhar terá de ser repetido vezes sem conta. E porque os Alpes Marítimos são permeados também pelos aromas e sabores da Provence, sabemos então que temos diante de nós o local onde a França é feita para o romance.
Em Maio de 2014 fui pela segunda vez a Riviera Francesa, porque a tal primeira vez, ainda que memorável, não fora o suficiente.
Há muito planeada, finalmente foi possível ir a Côte d’Azur durante o mês de Maio, uma data nada indicada ao acaso. Os aficionados saberão porquê…foi propositadamente escolhida para coincidir com o mítico Grande Prémio de Fórmula 1, no Mónaco.
Uma semana à minha disposição tornou-se demasiado curta para atravessar o Sul de França, e ainda dar uma espreitadela ao Mónaco. Mas a vontade era demasiado grande e o grupo estóico, por isso partimos à descoberta.
Tratámos de tudo com antecedência – hotel, carro, os bilhetes para a Fórmula 1 e alguns restaurantes mais cobiçados – por ser um dos destinos mais procurados do Mundo, apesar de dispendioso q.b.
Saindo de Luanda, optámos por passar por Lisboa e de lá apanhar um voo para Nice, a maior cidade da região. Uma alternativa agradável seria ir de Luanda a Paris, e de Paris para Nice de avião, ou, para quem prefira, de comboio…É que atravessar a França, de Chardonnay em riste, é sempre uma delícia.

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Querendo, como nós, passear pela Côte d’Azur, o ideal é ficar hospedado em Nice, pela localização, quase um porto seguro, e por ser de facto uma cidade com mil facetas, pronta para agradar quem recebe, sem perder o ar inocente de cidade à Beira – Mar.
À chegada, a Promenade des Anglais (a marginal), impressiona.

Começaram logo as comparações com outras, pelo Mundo, mas de facto cada cidade tem o seu encanto muito próprio. Os edifícios, imponentes, o mar mediterrâneo, sereno e encantador, a brisa cálida de um verão ainda preguiçoso, bicicletas a circular, parecia todo um cenário preparado propositadamente para desejar: Bienvenue à La Côte d’Azur.

Decidimos ficar hospedados no Hotel Palais de la Méditerranée, situado mesmo na Promenade, frente ao mar. Excelente localização, óptimo balanço entre o clássico e o moderno, serviço 5 estrelas.
Outra opção poderia ser o Hotel Negresco, ideal para os amantes do estilo da Belle Epoque, um clássico da Riviera Francesa. Este hotel centenário está localizado no melhor ponto da Promenade e é um ícone que já hospedou celebridades, reis, rainhas e os Beatles durante longas temporadas. E detém ainda nos seus domínios o restaurante Chantecler, estrela Michelin há vários anos.
Para os que desejarem uma zona com menos movimento, o romantismo do Hotel Boscolo Exedra é uma opção encantadora.
França é queijo e vinhos, campo e mar. E nós queríamos tudo aquilo a que tínhamos direito.

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assinaturaTexto publicado na “Porta de Embarque” da Revista Rotas & Sabores // Outubro 2014

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The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 8,600 times in 2014. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

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