Italia Meravigliosa // Costa Amalfitana

Nápoles!

À partida uma cidade complicada, feia mesmo, difícil de gostar sem apoio local…mas que, garantem os conhecedores, primeiro se estranha, e depois entranha.

O plano para Nápoles era descomplicado: comer uma pizza marguerita na La Antica Pizzeria Da Michele, supostamente a melhor do mundo, “imortalizada” pela Júlia Roberts no “Eat, Pray, Love”, alugar um Fiat Cinquecento (não estivéssemos nós em Itália!) e partir rumo ao nosso destino azul: a paradisíaca Costa Amalfitana, pérola do Mar Mediterrâneo, o destino romântico número um da Itália.

O nosso ponto de partida, à descoberta da Costa Amalfitana, seria Positano, a cerca de 70 Km de Nápoles.

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Tivemos de seleccionar, por entre as quase 20 vilas que compõem a Costa, quase penduradas por entre as encostas, quais as que iríamos visitar.

Vielas românticas, de um sentido apenas, muitas fechadas ao trânsito, sempre com vista para o mar, dezenas de restaurantes e lojas de artesanato pelo caminho, casais de mãos dadas e pessoas de todo o mundo, com semblante feliz e despreocupado, vestidos de linho esvoaçante em noites frescas de verão.

O local perfeito para relaxar, onde a única preocupação é o melhor ângulo para apreciar o cartão de visita da região – a paisagem – os restaurantes a frequentar, que brunch ou aperitivo tomar, ou a que horas nos perderíamos pelo centro pedestre que culmina, passando pela Igreja Santa Maria Assunta, na spiaggia del Fornillo e Spiaggia Grande, rochosas mas convidativas.

Uma nota especial para o Restaurante do Hotel Le Sirenuse, que precisa de marcação (bastante) antecipada, mas que é um dos sítios must go em Positano. Recomendáveis são também o Buca di Bacco e o Hotel Vila Franco.

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São também imperdíveis os passeios de barco ao longo dos 60 km de Costa, interrompidos aqui e ali por mergulhos em alto mar.

Praiano, e o belíssimo fiordi di furore, Minore, com paragem rápida pela pastelaria Sal de Riso, Nerano, para almoçar no Maria Grazia.

 Um dos dias mais memoráveis foi passado na praia privada da Torre Normanna, em Maiori, de águas incrivelmente transparentes, que precedeu a visita a Ravello, situada num dos pontos mais altos da Costa, cuja beleza inspirou artistas como Richard Wagner ou Miro, e que é palco de um dos festivais de música mais importantes da região, e que tem locais lindíssimos como a Vila Rufolo e a Villa Cimbrone, hoje um hotel de luxo, mas com o jardim e o belvedere aberto para visitas.

Bellissimo!

Capri ficava ao virar da esquina.

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Destino preferencial do jetset internacional, a ilha é de facto ponto de paragem obrigatório.

Com paisagens lindas de morrer, penhascos verdejantes e um mar cristalino, toda a ilha respira glamour e bem estar.

Começámos por explorar a ilha de barco, com a agência Capri Relax Boats. Passámos por grutas escondidas em que a água se torna azul neon, rochas de formato impossível, centenas de barcos à nossa volta cheios de gente em júbilo, à brindar ao verão e à dolce vita.

Optámos por fazer praia na glamorosa La Fontelina, e já devidamente bronzeadas, fomos preparar-nos para jantar.

Há todo um ritual pré-jantar a seguir…Facciamo alla grande!

Passeio a pé pelo centro da cidade, cheio de lojinhas, até chegar ao hotel Quisisana para tomar champagne. Seguir para um dos restaurantes em voga, na altura o Da Paolino, Aurora, Da Giorgio, entre outros.

Dias de sonho, numa das jóias do mediterrânico…

 Capri, c’est fini.

assinatura

*Artigo originalmente publicado na Revista Rotas & Sabores.

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